Demissão em tempo de crise: Será mesmo preciso?
Ontem, dia 5, o ministro do Planejamento Paulo Bernardo reafirmou que o Brasil já saiu da crise, mas admitiu que ainda não é o que o país precisa.
De qualquer forma, tempo de crise é tempo de precaução. No Brasil, parece que os reflexos foram menos agressivos, mas nem por isso passamos impune. A indústria foi uma das áreas mais afetadas e, por isso, está demorando mais para se recuperar.
Logo quando falamos em crise pensamos em ‘demissão’, sim, porque essa é a maneira mais direta como as pessoas são atingidas. Mas será que ela é mesmo precisa?
Talvez seja uma das decisões mais fáceis, mas não a mais produtiva. É preciso sair do pessimismo, evitando ações precipitadas, e enxergar a crise como uma oportunidade.

Em vez de falar em demissão (o que cria um péssimo clima tenso), crie um plano motivacional. Pessoas são fundamentais nesse momento, invista em seu capital intelectual.
Aproveite as potencialidades e os telentos de sua empresa e faça com que os funcionários busquem atingir suas metas com mais entusiasmo. Como afirmou Alberto Saraiva, fundador das redes Habib’s, numa das edições da revista Exame PME do começo do ano, “não há crise que aquente uma equipe motivada”! É um bom momento para ousar, para apostar em ideias novas.

Cresça, e não diminua! É hora de provar se o seu negócio (deu) dá certo mesmo, se sua empresa tem potencial para desenvolver soluções alternativas e estratégias realmente eficientes. É para isso que os funcionários serão tão importantes: ideias novas, vontade de fazer melhor, de comtribuir para o crescimento da empresa.
Então não faça nada precipitado, olhe para a sua equipe e perceba que é dela que virá a solução para crise!
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